Direito bancário
Defesa técnica de pessoas físicas e empresas em Execução de Título Executivo Extrajudicial e Ação Monitória, os processos com que o banco cobra a dívida na Justiça, começando por uma análise gratuita do seu caso
Você abriu um documento da Justiça, viu valores bloqueados na conta ou está com um bem na mira do banco? É exatamente esse tipo de processo que este escritório defende.
Você conta o que houve, a advogada responde direto no WhatsApp, sem formulário
O que chegou pra você
O banco cobra dívida na Justiça de dois jeitos principais. O nome técnico assusta, mas a diferença é simples, e saber em qual você está é o que orienta a defesa desde o primeiro dia.
A cobrança que já entra na Justiça pronta pra atingir os seus bens. A lei reconhece o documento que você assinou (um contrato bancário, uma cédula de crédito) como prova de dívida que dispensa discussão antes, então o processo já nasce podendo pedir penhora.
Quando o banco cobra com base num documento que, sozinho, não tem essa força de penhora, tipo um cheque ou um contrato comum. Ele usa esse processo justamente pra dar àquele papel a força de cobrança que pode, sim, chegar até os seus bens.
Nos dois, existe um prazo de defesa que começa a contar quando você é citado. É esse prazo que a análise gratuita verifica antes de qualquer outra coisa.
O cenário
Numa execução, o banco não precisa esperar o fim de uma longa discussão pra agir. Com o processo em curso, ele pode pedir ao juiz a penhora: o bloqueio de valores na sua conta pelo sistema do Judiciário, a penhora do carro, do imóvel, do faturamento da empresa. Muita gente só entende o tamanho da coisa quando o dinheiro do mês some da conta sem aviso nenhum.
Talvez você esteja vivendo um destes cenários agora:
E aqui está a parte que mais pega quem fica em silêncio: dá pra perder o bem e continuar devendo. O carro vai na busca e apreensão, o valor da venda não cobre tudo, e o saldo da dívida segue no seu nome. O bem vai embora, a cobrança fica.
Por isso o prazo importa tanto. Ele começa a contar da citação e não volta: prazo de defesa perdido não se recupera depois, por mais forte que seja o argumento que você tinha pra apresentar. Cada dia parado é um dia a menos de defesa.
Caso real
Execução bancária
R$ 140.000
Quitado por
R$ 15.000
Caso real atendido pelo escritório: um cliente foi citado numa execução bancária de R$ 140.000. A origem era um empréstimo de capital de giro, aquele crédito que a empresa toma e o sócio garante com o próprio nome.
A defesa foi apresentada dentro do processo, a negociação foi conduzida junto ao banco, e o cliente quitou o débito por R$ 15.000. Ficou livre do processo e da dívida.
Cada processo tem circunstâncias próprias e nenhum caso anterior garante o desfecho do seu. O que essa história mostra é outra coisa: uma defesa técnica bem conduzida abre caminhos que não existem pra quem deixa o processo correr sozinho.
Como funciona
Clique no botão e conte o que aconteceu. Pode contar do seu jeito, sem termo técnico, a tradução jurídica é trabalho da advogada.
A advogada avalia o seu processo e o contrato que deu origem à cobrança, incluindo os valores e o prazo que está correndo. Sem custo e sem compromisso.
Você recebe uma explicação clara do que é possível fazer no seu caso e decide, com calma, se quer seguir com a defesa.
Depende do caso. Um acordo pode destravar em semanas, uma defesa em execução pode levar mais tempo, cada processo tem o próprio ritmo. O que não muda nunca: quanto antes a defesa entra, mais alternativas existem. Prazo processual perdido não volta.
Não, e desconfie de quem garanta. O que dá pra garantir é uma análise séria do seu caso e uma defesa técnica feita por quem atua exclusivamente com direito bancário. O desfecho é construído processo a processo, nunca prometido de antemão.
Triagem
A atuação é concentrada em direito bancário: conflitos entre clientes e bancos. Se a sua situação está nesta lista, a análise gratuita se aplica a você:
Execução de Título Executivo Extrajudicial movida por banco ou financeira, contra você ou contra a sua empresa (a cobrança que já pode pedir penhora)
Ação Monitória do banco, aquela baseada em cheque ou contrato pra constituir a cobrança
Empréstimos com garantia pessoal, como o capital de giro que amarra sócio e empresa na mesma dívida
Cobrança judicial, busca e apreensão de veículo financiado ou acordo extrajudicial com o banco (as outras frentes do escritório, detalhadas mais abaixo)
E a conversa vale mesmo sem processo aberto. Se o banco já mandou notificação ou as parcelas deixaram de caber no mês, agir nessa fase costuma abrir condições melhores de negociação. Casos que não envolvem banco ou financeira ficam fora da atuação do escritório, e saber disso agora economiza o seu tempo.
Depoimentos
“Eu tentava negociar minha dívida há meses e o banco não fazia nenhuma proposta. Depois que o escritório assumiu meu caso, finalmente consegui um acordo”Tatiana M.
“Minha dívida de R$ 140 mil foi negociada por R$ 15 mil. Valeu cada centavo.”Guilherme
“Recebi uma ação de busca e apreensão e achei que perderia meu carro! A defesa foi rápida, consegui manter o veículo, resolvi o processo e ainda quitei a dívida com um acordo”Renato S.
“Esse cartão de crédito era uma bola de neve, não sabia mais o que fazer. Hoje tenho paz para recomeçar.”Patrícia P.
A advogada
Atuação exclusiva em direito bancário. Um único tema, estudado e praticado todos os dias, do contrato assinado ao jeito como o banco cobra.
São 3 cursos e uma pós-graduação dedicados à área, e é essa especialização que entra na análise do seu caso desde a primeira conversa.
Também atuo em
A ação em que o banco cobra na Justiça um valor que entende ser devido. Defesa pra discutir esse valor e o contrato que deu origem a ele.
Defesa pra quem recebeu a ação ou já teve o carro apreendido e quer discutir o contrato e a dívida. No papel, esse processo costuma aparecer com o nome técnico de alienação fiduciária: o financiamento em que o carro fica em garantia pro banco até a quitação.
Negociação direta com o banco pra resolver a dívida antes que ela vire, ou piore, um processo.
O próximo passo
A análise do seu caso é gratuita e começa numa conversa de WhatsApp. Conte o que aconteceu e descubra o que é possível fazer, enquanto ainda há tempo de agir dentro do prazo.
Você fala, a advogada analisa, a decisão continua sua
Não deixe o prazo da citação correr em silêncio. O primeiro passo é uma análise do processo e do contrato que deu origem à cobrança, e é exatamente isso que a conversa gratuita no WhatsApp resolve: você conta o que aconteceu e sai sabendo quais caminhos existem no seu caso.
Na execução, o documento já tem força pra pedir penhora dos seus bens desde cedo. Na monitória, o banco ainda precisa do processo pra dar ao documento essa força de cobrança. A análise identifica em qual você está e o que muda na defesa por causa disso.
Sim. Você explica o caso, a advogada analisa e apresenta o caminho possível. Só depois disso você decide se contrata a defesa.
Sim. A atuação cobre pessoas físicas e empresas, inclusive dívidas que misturam as duas, como empréstimos de capital de giro com garantia pessoal.
Vale, e esse é o melhor momento. Um acordo extrajudicial bem negociado pode resolver a dívida antes de existir processo, quando as condições costumam ser melhores.
A primeira etapa, a análise gratuita do seu caso, acontece pelo WhatsApp, de onde você estiver e sem deslocamento. O formato do acompanhamento seguinte é combinado com a advogada nessa conversa.
Depende de quando a citação chegou, e é exatamente isso que a análise verifica primeiro. O prazo de resposta corre a partir dela, então cada dia de silêncio reduz as alternativas disponíveis.